5 de novembro de 2012

Na Turquia, cerca de 10 mil presos anunciam que se somarão a greve de fome pela implementação de linguá Curda em escolas Públicas!


Os participantes do protesto pedem uma solução negociada do conflito curdo e o ensino da língua no ensino primário.

Quase 10 mil presos curdos anunciaram que se somarão nesta segunda-feira (05/11) à greve de fome que outros 682 já estão realizando em defesa dos direitos da população curda. A agência Firat reproduziu um comunicado que informa sobre a adesão ao protesto "em nome de todos os presos do Partido dos Trabalhadores de Curdistão (PKK)" "exceto idosos, crianças e doentes".

Os participantes da greve, que começou em 12 de setembro e completa hoje 55 dias, exigem o direito de se defender nos tribunais em curdo, sua língua materna, e que esta seja introduzida no ensino primário. Além disso, pedem para suspender o regime de isolamento de Abdullah Öcalan, o líder do PKK, preso desde 1999, para que possa participar de uma solução negociada do conflito curdo.

Há duas semanas, os manifestantes que apoiam a greve de fome e a polícia entraram em confronto quase diariamente em várias cidades turcas.

fonte: operamundi.uol.com.br

4 de novembro de 2012

Com salários atrasados há 1 ano, professores protestam em Honduras


Nesta quinta-feira (25), os professores hondurenhos continuam os protestos para exigir ao governo o pagamento dos salários atrasados e se negam a assinar um compromisso que violaria seu direito a greve.

Apesar de o Ministério da Educação ter dívidas com mais de cinco mil professores e muitos deles não receberam o salário de um ano, as autoridades limitaram o diálogo em várias ocasiões. “Primeiro, o ministro Marlon Escoto colocou como condição para as negociações continuar as aulas e agora o presidente, Porfirio Lobo, demanda que façam um compromisso onde conste que as aulas não acabarão até 21 de dezembro”, explicou o líder dos professores Edwin Oliva.

O presidente do Colégio Profissional Superação Magisterial Hondurenho, declarou para o site WWW.latribuna.hn que diante destes obstáculos, os professores buscarão novas estratégias, como demandas legais e mobilizações massivas.

O professor Oscar Recarte manifestou que Lobo não está disposto a discutir abertamente sobre as problemáticas educativas. “A falta de interesse do governo no ensino público e o não cumprimento do pagamento do salário são duas das principais motivações que levaram a paralisação, que afetou mais de 15 dias letivos e, em alguns casos, um mês completo”, lembrou.

Até o momento, as negociações continuam paradas, apesar da intervenção dos sindicatos, organizações não governamentais e de direitos humanos.

fonte: cut.org.br

29 de outubro de 2012

Professora é demitida ao publicar fotos de sala com goteiras

A professora de uma escola pública em Imperatriz (MA), que divulgou no Facebook fotos denunciando as más condições da sala onde dava aula, recebeu no último dia 26 um documento comunicando o encerramento de seu contrato com a prefeitura por ato de conduta incabível. As fotos mostram o teto da escola Guilherme Dourado cheio de goteiras e alunos usando guarda-chuvas para se proteger da água. Reportagem exibida no SBT Brasil. 

fonte: uol.com.br



Professora demitida após divulgar foto em Facebook


17 de outubro de 2012

Servidores do ensino de Ibiúna-SP entram em greve


Professores, diretores e outros funcionários públicos municipais da educação estão em greve desde esta terça-feira (16), em Ibiúna, na região de Sorocaba (SP), em protesto contra o atraso no pagamento de salários. Eles deveriam ter recebido há dez dias, mas até esta quarta-feira não tinham sido pagos.
A paralisação afeta, parcialmente, as 64 escolas do município, num total de 7,6 mil alunos. Os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) teriam sido suspensos por falta de prestação de contas. A prefeitura informou que os pagamentos serão feitos até esta sexta-feira (19).

A administração municipal, em crise financeira, enfrenta ameaça de greve também no hospital municipal, mas alega que as remunerações dos funcionários públicos da saúde estão em dia. Em setembro, com os pagamentos em atraso, uma empresa contratada pelo Poder Executivo municipal para os serviços de lavanderia do hospital retirou lençóis, fronhas e cobertores que eram usados pelos pacientes. Os doentes ficaram descobertos até que o Executivo municipal providenciasse nova roupa de cama. Também houve dificuldade na distribuição de mochilas para os estudantes. As peças fornecidas pelo governo de São Paulo vieram com o brasão da prefeitura costurado sobre o logotipo da administração estadual. A empresa fornecedora alegou erro na confecção.

fonte: uol.com.br